Ducha Loren Shower Electronica 6800w 220v Lorenzetti
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Os chuveiros são os equipamentos responsáveis pelo banho e pela higiene no banheiro. Escolher o modelo certo faz diferença no conforto, no gasto de energia e na segurança elétrica. Chuveiro é o equipamento que aquece a água na hora do banho. Ducha é o dispositivo que distribui água já aquecida por sistema externo ou funciona sem aquecimento, como a ducha higiênica. Entender essa diferença é o primeiro passo para comprar o produto certo para a sua obra.
Chuveiro aquece a água instantaneamente pela resistência interna. Ducha distribui água aquecida por sistema externo — ou funciona sem aquecimento, como a ducha higiênica.
O chuveiro elétrico tem uma resistência acoplada ao corpo do aparelho. Quando a água passa por ela, o efeito Joule aquece o fluxo na hora — sem precisar de boiler ou aquecedor externo. É o sistema predominante nas casas brasileiras pela simplicidade de instalação.
A ducha de parede ou de teto, por outro lado, não tem resistência própria. Ela recebe água já aquecida por um boiler, aquecedor a gás ou sistema solar. O que chega ao espalhador é água quente — a ducha apenas distribui o fluxo.
Já a ducha higiênica é diferente das duas anteriores. Ela não serve para banho e não aquece a água. Fica instalada ao lado do vaso sanitário e usa apenas a pressão da rede hidráulica para higiene pessoal.
O Brasil é um dos únicos países do mundo que usa chuveiro elétrico de forma massiva. Essa tecnologia foi inventada no país por Francisco Canhos, em Jaú-SP, nos anos 1930, conforme registrado na Wikipedia. O INMETRO exige certificação de conformidade para todos os chuveiros e duchas elétricas vendidos no Brasil. O selo garante segurança elétrica, isolamento correto e identificação adequada dos dados do produto (INMETRO, regulação vigente).
Se o seu banheiro tem ponto de água quente de sistema externo, a ducha é o produto certo. Se não tem, o chuveiro elétrico resolve sem obra adicional.
Os chuveiros elétricos se dividem em quatro tipos principais: simples, multitemperatura, eletrônico e digital — cada um com nível diferente de controle de temperatura.
Os quatro tipos de chuveiro elétrico disponíveis no mercado brasileiro são: simples, multitemperatura, eletrônico e digital. O eletrônico e o digital são as opções de maior conforto — e também de custo mais alto. Para começar a entender cada um, confira os chuveiros elétricos disponíveis no catálogo Telhanorte.
O chuveiro simples tem 2 a 3 temperaturas fixas — frio, morno e quente. O multitemperatura oferece mais opções de posição, mas ainda com intervalos predefinidos.
Os dois modelos são os mais vendidos no Brasil. Têm instalação direta, manutenção simples e custo de entrada acessível. As potências mais comuns são 5.500W e 6.800W, adequadas para a maioria dos banheiros residenciais.
O chuveiro simples é a escolha certa para quem quer custo-benefício direto e não precisa de ajuste fino de temperatura. O multitemperatura atende quem mora em região com variação climática maior — inverno frio, verão quente — e quer mais opções sem sair do padrão elétrico básico.
O chuveiro eletrônico permite ajuste contínuo de temperatura — sem posições fixas — por meio de uma resistência de potência variável controlada eletronicamente.
Ao contrário dos modelos de posição fixa, o eletrônico usa um sistema de controle de resistência que ajusta a potência em tempo real. Você gira o seletor e a temperatura responde de forma proporcional. A potência típica fica entre 7.500W e 7.800W.
É a opção indicada para quem tem boa pressão de água e quer conforto de temperatura sem instalar um sistema de aquecimento central. Funciona bem em banheiros já com fiação adequada para essas potências.
O chuveiro digital tem visor ou painel de controle para ajustar temperatura com precisão — é o modelo mais tecnológico e geralmente integrado a sistemas de aquecimento central.
A diferença prática em relação ao eletrônico não está no mecanismo, mas na interface: o digital mostra a temperatura em graus no visor e permite programar faixas de aquecimento. Alguns modelos incluem controle remoto.
Vale o investimento quando o banheiro faz parte de uma reforma de alto padrão, com aquecimento central instalado. Para banheiros convencionais com chuveiro elétrico independente, o eletrônico entrega resultado equivalente por custo menor.
O chuveiro a gás usa um aquecedor externo — e não uma resistência interna — para aquecer a água antes de chegar ao registro. A vazão é maior e o gasto elétrico é zero.
O aquecedor a gás fica fora do banheiro e aquece a água antes de ela entrar na tubulação. O resultado é uma vazão generosa, sem limite de tempo de banho e sem pico de consumo na rede elétrica.
As vantagens são reais: sem consumo de energia elétrica durante o banho, pressão de água mantida independente do aquecimento, e vida útil do sistema mais longa. As desvantagens também são: custo inicial mais alto do aquecedor, necessidade de instalação de ponto de gás e dependência de gás natural canalizado ou botijão conforme a região.
Um estudo da Unijorge (2021) simulou o uso em 8 unidades residenciais com a tarifa de referência de 2021. O custo mensal médio encontrado foi de R$ 212,13 para o chuveiro elétrico e de R$ 308,47 para o aquecedor a gás. Os valores variam conforme a tarifa vigente na sua região e o consumo real de cada domicílio — use os dados como referência comparativa, não como estimativa atual.
O sistema a gás tem casos específicos onde realmente compensa. Os principais são: cidades com rede de gás natural canalizado, famílias grandes com alto consumo de água quente e projetos de construção nova com espaço previsto para o aquecedor externo.
O pressurizador aumenta a pressão da água antes de chegar ao chuveiro — ideal para quem mora em andar alto ou tem caixa d'água com baixa coluna.
Pressurizador é o dispositivo hidráulico instalado na tubulação que aumenta a pressão de água antes de chegar ao chuveiro. Ele funciona como uma bomba pequena e silenciosa, ativada automaticamente quando você abre o registro.
Quando a pressão de água é insuficiente, o chuveiro elétrico sofre de um problema duplo. Primeiro: a água sai fria porque a resistência não consegue aquecer um fluxo que mal passa. Segundo: o fio da resistência pode queimar por falta de refrigeração adequada. O pressurizador resolve os dois problemas na raiz.
Veja os pressurizadores para chuveiro disponíveis na Telhanorte para escolher o modelo compatível com a sua instalação.
O redutor de pressão, ao contrário, é o dispositivo para quem tem pressão alta demais — ele protege tubulações e componentes de sobrecarga. São problemas opostos, com soluções opostas.
O chuveiro simples e o multitemperatura atendem a maioria dos banheiros residenciais sem complicação. O eletrônico e o digital são a escolha para quem prioriza conforto de temperatura ou já tem sistema de aquecimento central instalado.
As duchas se dividem em três tipos: higiênica (sem aquecimento, ao lado do vaso), elétrica (com resistência para banho) e de teto (shower head, sem aquecimento próprio).
Cada tipo tem função e instalação diferentes. Antes de comprar, decida para qual finalidade a ducha vai servir. Veja o catálogo completo de duchas na Telhanorte.
A ducha higiênica é instalada ao lado do vaso sanitário para higiene pessoal — não aquece a água e funciona apenas pela pressão da rede hidráulica.
Não tem resistência, não serve para banho e não precisa de circuito elétrico próprio. A instalação é simples: um ponto de água fria ao lado do vaso, uma válvula e o suporte de parede. O funcionamento é mecânico — um gatilho ou botão libera o fluxo.
No Brasil, as duchas higiênicas têm altíssima penetração em reformas residenciais. Passaram de item de banheiro premium para componente padrão em banheiros de todos os perfis, especialmente em apartamentos e casas reformadas.
Os modelos variam em material (plástico ABS ou metal) e sistema de acionamento (gatilho, botão ou válvula de pressão). Para uma linha de acabamento refinado, as duchas higiênicas Deca combinam metais sanitários de qualidade com design integrado ao restante do banheiro.
A ducha elétrica tem resistência interna e serve para banho — a diferença prática do chuveiro elétrico é o design do espalhador de água.
Do ponto de vista técnico, a ducha elétrica e o chuveiro elétrico funcionam da mesma forma: resistência interna aquece a água na passagem. O que muda é o espalhador — a ducha costuma ter um formato mais compacto e lateral.
É uma opção para espaços menores onde o boxe convencional não cabe: banheiros de serviço, lavabos compactos e chalés. As potências seguem as mesmas faixas dos chuveiros: 5.500W e 6.800W são as mais comuns.
A ducha de teto distribui água de cima para baixo em jato amplo — não tem resistência própria e depende de aquecedor central ou boiler.
O shower head é a opção de banheiro de alto padrão. A água já chega quente ao espalhador — aquecida por um sistema externo — e é distribuída em jato amplo, com efeito de chuva ou pressão ajustável.
Para funcionar bem, exige pressão de água superior à instalação convencional. Banheiros que usam ducha de teto geralmente têm bomba de pressão instalada. É o produto certo para reformas com projeto de aquecimento central já previsto.
A função define o produto. Higiênica serve para higiene pessoal ao lado do vaso; elétrica para banho em espaços compactos; ducha de teto para reformas com aquecimento central já instalado.
Para escolher o chuveiro certo, avalie três fatores: voltagem da rede elétrica do banheiro, pressão da água disponível e potência adequada ao clima da região.
A principal diferença entre escolher errado e escolher certo está nesses três critérios. Um chuveiro de 220V instalado em rede de 127V não aquece. Um chuveiro de alta potência em fiação antiga causa pane. Um chuveiro de baixa pressão em caixa d'água baixa queima a resistência em semanas.
220V permite instalar chuveiros de maior potência com corrente elétrica menor — o que é mais eficiente e seguro. Só troque se a fiação do banheiro suportar.
A lógica elétrica é simples: para a mesma potência, uma tensão mais alta exige corrente menor. Um chuveiro de 5.500W em 220V puxa aproximadamente 25 Ampères. O mesmo chuveiro em 127V puxa cerca de 43 Ampères. Corrente maior exige fio mais grosso e disjuntor maior — ou seja, a instalação em 127V é mais custosa e menos eficiente.
Se o seu banheiro já tem fiação para 220V, prefira essa tensão. Se a fiação é antiga e só suporta 127V, não adapte sem consultar um eletricista. Trocar a tensão sem adequar a fiação e o disjuntor cria risco real de incêndio e choque.
Verifique a voltagem do banheiro antes de comprar. Está marcada na caixa de disjuntores ou no medidor. Em caso de dúvida, consulte um eletricista antes de escolher o modelo.
A potência define a velocidade de aquecimento da água: quanto maior, mais quente o chuveiro. Mas potência maior exige disjuntor maior e fiação adequada.
Um chuveiro elétrico de 5.500W, usado 10 minutos por dia, consome aproximadamente 27,5 kWh por mês — conforme a metodologia PROCEL. Em regiões quentes, essa potência é suficiente para água confortavelmente morna. Em regiões frias, 7.500W ou 7.800W entregam água mais quente com o mesmo tempo de banho.
Use a tabela abaixo como referência orientativa. O dimensionamento final deve seguir o manual do fabricante e ser executado por eletricista habilitado, conforme a norma NBR 5410 de instalações elétricas de baixa tensão.
| Potência | Voltagem | Corrente aprox. | Disjuntor indicado |
|---|---|---|---|
| 5.500W | 220V | ~25A | 32A (NBR 5410) |
| 5.500W | 127V | ~43A | 50A |
| 6.800W | 220V | ~31A | 40A |
| 7.500W | 220V | ~34A | 40A |
| 7.800W | 220V | ~35A | 40A |
A NBR 5410 é a norma brasileira que define o dimensionamento correto de circuitos elétricos residenciais. Os valores da tabela seguem a regra de usar o disjuntor comercial imediatamente acima da corrente nominal calculada.
Quanto maior a pressão da água, maior a vazão — e a água sai menos quente. Chuveiros de alta pressão precisam de potência maior para aquecer o fluxo.
A relação entre pressão e temperatura é inversamente proporcional: mais água passando pela resistência por segundo significa menos tempo de contato com o elemento de aquecimento. O resultado é água morna, mesmo no chuveiro no máximo.
As causas mais comuns de baixa pressão são caixa d'água instalada em altura insuficiente, apartamento em andar alto com caixa no teto do edifício e tubulação antiga com calcário acumulado. Se esse é o seu caso, um pressurizador resolve o problema na raiz.
Se a pressão é boa e você quer um banho mais encorpado, os chuveiros de alta pressão são desenvolvidos para trabalhar com fluxo elevado sem perda de temperatura. Eles combinam potência maior com espalhadores projetados para alta vazão.
Os três critérios funcionam em conjunto: voltagem define a viabilidade da instalação, potência define o conforto do banho e pressão define se você precisa de um pressurizador. Ignorar qualquer um dos três é o caminho mais rápido para um chuveiro que não funciona direito.
A instalação do chuveiro exige circuito exclusivo, disjuntor correto, aterramento obrigatório e altura entre 2,10m e 2,20m do piso acabado.
Seguir esses quatro requisitos não é opcional — é o que separa uma instalação segura de uma instalação que vai gerar problema. A base normativa é a NBR 5410.
Circuito exclusivo: o chuveiro não pode compartilhar circuito com outros pontos elétricos do banheiro. A demanda de potência é alta demais para dividir. Um circuito compartilhado sobrecarrega o disjuntor e a fiação.
Disjuntor correto: use os valores da tabela de potência como referência, mas confirme sempre com o manual do produto. O disjuntor protege a fiação — subdimensionado, não protege nada; superdimensionado, permite sobrecarga sem desarmar.
Aterramento: o fio terra conduz correntes de fuga para a terra, protegendo você de choque elétrico. Nunca conecte o fio terra ao neutro — essa ligação incorreta, comum em instalações antigas, não oferece proteção real contra choque elétrico. Se a sua instalação não tem aterramento adequado, chame um eletricista antes de trocar ou instalar o chuveiro.
Altura de instalação: a faixa de 2,10m a 2,20m do piso acabado é a recomendada nos manuais de instalação de fabricantes como Lorenzetti, Deca e Hydra, e adotada pela maioria dos instaladores. Serve bem para diferentes alturas de usuário e garante que o espalhador fique bem acima da cabeça.
Antes de instalar, desligue o disjuntor do circuito. Nunca trabalhe com circuito energizado, mesmo que pareça simples. Verifique também o registro de chuveiro — ele precisa estar instalado e funcionando antes de ligar a água no chuveiro novo.
A fixação das paredes do boxe usa argamassa adequada para ambientes úmidos. O revestimento do banheiro — seja em porcelanato ou em cerâmica — deve estar concluído antes da instalação do chuveiro.
Os quatro requisitos são cumulativos: circuito exclusivo, disjuntor correto, aterramento e altura adequada. Nenhum substitui o outro — uma instalação com três dos quatro ainda é uma instalação com problema.
A manutenção do chuveiro envolve três tarefas principais: trocar a resistência quando o chuveiro não aquece, limpar o calcário do espalhador e desentupir os furos de saída de água.
Se o chuveiro liga, a luz acende, mas a água sai fria, a resistência queimou. É o problema mais comum — e a solução é direta.
Desligue o disjuntor do circuito antes de qualquer coisa. Remova a carcaça do chuveiro seguindo o manual do modelo. Identifique a resistência — é o componente em forma de espiral ou tubo metálico submerso na câmara de água. Solte os terminais elétricos, remova a resistência e leve até a loja para garantir a compra do modelo exato de reposição.
Compre a resistência de substituição em resistências e complementos — procure o modelo correto para a marca, potência e voltagem do seu chuveiro. Instale no sentido inverso da remoção. Feche a carcaça, ligue o disjuntor e teste antes de fechar o boxe.
As três causas mais comuns de resistência queimada são:
Em regiões com água dura, o calcário se deposita no espalhador e nos furos de saída. A frequência recomendada de limpeza é a cada 3 a 6 meses.
Remova o espalhador do chuveiro. Deixe de molho em vinagre branco diluído por 30 minutos a 1 hora. O ácido acético dissolve os depósitos sem agredir o material. Para furos individuais obstruídos, use uma agulha fina para desobstruir.
Se a água sai em jatos irregulares ou o fluxo diminuiu sem motivo aparente, os furos do espalhador estão parcialmente obstruídos. O procedimento é o mesmo da limpeza de calcário: imersão em vinagre e agulha para os furos resistentes.
Manutenção preventiva regular evita as três causas mais comuns de problema. A maioria dos chamados de assistência técnica — resistência queimada, furo entupido, pressão baixa — é evitável com limpeza periódica e atenção à instalação correta desde o início.
A Telhanorte oferece as principais marcas do mercado — Lorenzetti, Fame, Deca, Hydra, Zagonel e outras — para todos os tipos de banheiro e orçamento.
Lorenzetti é a marca líder histórica do mercado brasileiro de chuveiros elétricos. Está presente em todas as faixas de produto — do simples de entrada ao eletrônico de alto desempenho. Encontre os chuveiros Lorenzetti e as duchas Lorenzetti no catálogo Telhanorte.
Fame é referência em modelos de entrada e intermediários, com boa relação entre custo e qualidade. É a escolha de quem quer um chuveiro confiável sem custo premium.
Deca é especializada em duchas de gama mais alta, metais sanitários e soluções para sistemas de aquecimento externo. Os chuveiros Deca e as duchas da marca são o padrão para reformas que priorizam acabamento.
Hydra, marca do grupo Tigre, é conhecida por chuveiros eletrônicos e duchas com foco em design e durabilidade. É uma opção de qualidade para quem quer um eletrônico com bom custo-benefício.
Zagonel tem forte presença no Sul do Brasil e é reconhecida por chuveiros de maior potência e alto desempenho em regiões de inverno rigoroso.
A Telhanorte tem mais de 45 anos como rede especialista em obra e reforma. Trabalhamos com marcas que oferecem reposição de peças, assistência técnica e certificação INMETRO. "Da planta à casa pronta", você encontra o produto certo — e a peça de reposição quando precisar.
Qual disjuntor usar para chuveiro de 7.500W em 220V?
Um chuveiro de 7.500W em 220V puxa aproximadamente 34 Ampères. O disjuntor indicado pela NBR 5410 é de 40A. O dimensionamento final deve seguir o manual do produto e ser confirmado por eletricista habilitado.
Chuveiro elétrico gasta muita energia?
O gasto depende da potência e do tempo de uso. Um chuveiro de 5.500W usado por 10 minutos por dia consome aproximadamente 27,5 kWh por mês — conforme a metodologia de cálculo do PROCEL. O estudo Unijorge (2021) comparou as duas modalidades em 8 residências. O custo mensal médio foi de R$ 212,13 para o elétrico e R$ 308,47 para o a gás, com tarifa de referência 2021.
Posso ligar o fio terra do chuveiro no neutro?
Não. Ligar o fio terra no neutro não oferece proteção real contra choque elétrico. Essa ligação incorreta é comum em instalações antigas e dá a falsa impressão de aterramento, mas não conduz correntes de fuga com segurança. Chame um eletricista para fazer o aterramento correto.
Qual a diferença entre chuveiro eletrônico e digital?
O chuveiro eletrônico ajusta temperatura de forma contínua via resistência variável — sem posições fixas. O chuveiro digital faz o mesmo, mas com visor que mostra a temperatura em graus e, em alguns modelos, com controle remoto. A diferença é na interface, não no mecanismo.
O que causa chuveiro queimar resistência com frequência?
As três causas mais comuns são baixa pressão de água, resistência com voltagem errada e falta de aterramento. Na baixa pressão, a resistência aquece sem refrigeração adequada do fluxo. Voltagem errada faz o elemento trabalhar fora da especificação. Aterramento incorreto permite correntes parasitas no elemento. Resolver a causa raiz — e não só trocar a resistência — é o que evita a repetição do problema.
Qual chuveiro é melhor para quem tem baixa pressão de água?
Para baixa pressão, há duas soluções: instalar um pressurizador na tubulação ou usar um chuveiro de alta pressão. O pressurizador aumenta a pressão antes do chuveiro e resolve o problema para qualquer modelo. O chuveiro de alta pressão é a alternativa sem obra hidráulica adicional — desenvolvido para operar bem com fluxo baixo.
O que é ducha higiênica e para que serve?
Ducha higiênica é o dispositivo instalado ao lado do vaso sanitário para higiene pessoal após o uso. Não aquece a água, não serve para banho e funciona apenas com a pressão da rede hidráulica. É diferente da ducha elétrica — que tem resistência e serve para banho — e da ducha de teto, que distribui água aquecida externamente.
Na Telhanorte você encontra chuveiros elétricos, duchas e pressurizadores das principais marcas do mercado — com opções para cada tipo de instalação e orçamento.
Solução completa para a obra: do chuveiro simples de entrada à ducha de teto integrada ao sistema de aquecimento central. Modelos para 127V e 220V, potências de 5.500W a 7.800W, todas as marcas com certificação INMETRO.
Veja as ofertas de chuveiros e duchas e encontre o modelo certo para o seu banheiro.
Encontre aqui mais opções para a sua construção ou reforma: